Crônica: Dia de sol
Por Sabrina e Lorrine 1C
Nunca fui muito fã de
praia e areia, a água salgada e principalmente o sol, nunca foram o meu
programa favorito. Porém, em uma bela manhã de sol, fui a tal praia com o meu
pai e, já que estava lá, resolvi convidar o meu pai pra irmos até a parte mais
funda do mar.
Foi então que fomos até um lugar onde não
dava pé para mim que por sinal, estava achando o máximo estar tão longe, onde
parecia ter só nós e o mar.
Em pouco tempo notei que a correnteza
estava mais forte do que imaginávamos e fomos arrastados para o fundo, longe da
praia.
Olhei para o meu pai, que parecia lutar ,
se esforçando para voltar, batendo braços e pernas e tentando nadar de volta.
Mais ondas se formavam, a água parecia querer cobrir a nossa cabeça, foi quando
perguntei: “pai a gente tá longe?” Ele respondeu: “ tá filha”. “ to com medo”
disse-lhe. Para a minha surpresa ele disse que estava com medo também. Isso me
deixou desesperada.
- Tá? Então nada! Pai! SOCORRO!!! Pai quem vai socorrer a
gente?
- Alguém vai vir nos socorrer, ajuda a
levantar os braços e pedir por socorro!
Até que enfim chegou um helicóptero, sim
senhor, um helicopteroveio nos resgatar.Quando chegamos a praia , o corpo de
bombeiros já estava à nossa espera, se certificaram se estava tudo certo
conosco, fomos liberados e a multidão acumulada em volta de curiosos nos
aplaudiu ( que vergonha).
Voltamos para casa, meu pai assustado e eu
odiando ainda mais aquele lugar, porém morrendo de rir.
Naquele dia aprendemos uma grande lição
que com o mar não se brinca e por pouco não fomos notícia de uma tragédia no
mar.