A
dúvida
Autor: Rodrigo Castilho 1ª
Sempre que saio de casa e vou a algum
lugar, fico pensando: Que será que meus pais ficam fazendo em casa?
Creio que ficam
fazendo as coisas de sempre: ficam
sentados no sofá, assistindo TV ou conversam ou vão descansar no quarto, fico
pensando besteiras, será, não... eles não fariam isto. Bom, eu nasci, e portanto não foi a
cegonha que me trouxe.
Quando saio de
casa, levo sempre comigo o meu rastreador aliás, o meu celular, caso meus pais
resolvam me rastrear ( ligar) . Acho que eu tenho idade para me cuidar sozinho,
porém estão eles sempre me ligando pra saber onde estou , com quem estou, que
horas volto etc. Creio que se preocupam demais, deveriam confiar mais na
educação que me deram, pois sigo os seus passos.
O meu celular, não é uma forma de me
rastrearem, mas de me auxiliar num
pedido de socorro caso alguém passe mal, ou para ligar para os meus amigos,
para pedir carona (o inventor do telefone Gahan Bell, nunca imaginou que o seu
invento iria se acoplar ao computador e seria tão útil no futuro e que teríamos
internet à mão e tanta gente teria acesso a tudo em mãos)
Se saio com novos
amigos, ficam preocupados com o que falo, o que falo, onde falo.
Imagino que quando eu for morar sozinho, ficarão me ligando
diariamente ou me visitando sempre, pois sempre estão preocupados com tudo.
Creio que este
excesso de preocupação deve ser uma forma de demonstração de carinho.
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